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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O mal causado pelas frituras

Sabe-se que o óleo quente, em ebulição, altera as características químicas e orgânicas no alimento que é mergulhado nele. Na dieta moderna, a concentração calórica de alimentos encharcados em óleo tiram o lugar das hortaliças, frutas e cereais in natura. Enquanto o óleo borbulha na frigideira, ele sofre mudanças químicas que o transformam em bomba dietética.

Os triglicerídios, importantes constituintes de óleos e gorduras, são desmembrados pelo calor em glicerol e ácidos graxos. O glicerol continua sofrendo a ação do calor, provocando a desidratação da molécula. Este processo de perda de água forma uma substância chamada acroleína, que é potencialmente cancerígena. A acroleína destrói as fibras elásticas, e irrita as mucosas gastrintestinal e nasal.
Entre as maiores vítimas da acroleína, estão as artérias. As fibras elásticas, que conferem firmeza, elasticidade e rigidez à parede arterial, são destruídas sistematicamente.


O resultado é a degeneração e envelhecimento precoce. Esta questão deveria merecer toda a atenção das pessoas, pois as artérias são o conduto da vida. Elas atuam como segundo coração, impulsionam o sangue por meio da elasticidade que as caracteriza. Porém, a destruição das fibras elásticas diminui, pouco a pouco, esta capacidade.
Quando o funcionamento delas é comprometido, todo o organismo sofre as conseqüências. O fornecimento inadequado de sangue favorece a degeneração orgânica, diminui a vitalidade e reduz o tempo de vida.
Além de danificar as artérias, a acroleína acelera o enrugamento e envelhecimento da pele. Não há dúvida de que, sem fritura, a vida é mais agradável. Pessoas que aspiram conservar a pele jovem por mais tempo devem recusar frituras. O óleo reutilizado, que é aquecido sucessivamente, tem efeito mais danoso sobre o organismo. A formação de acroleína e a decomposição da gordura ocorrem de forma mais acentuada.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

BIÓLEO será implantado em Caieiras: Projeto visa transformar óleo de cozinha usado em biodiesel

Cada litro de óleo descartado de forma inadequada pode contaminar até 20 mil litros de água. Quando jogado na pia, o óleo de cozinha usado entope a rede de esgoto, contamina a água, o solo e as estações de tratamento.

O prefeito de Caieiras, Hamamoto, fará o lançamento oficial do Programa Bióleo Duplamente Sustentável na cidade, dia 03 de setembro, às 19 horas, no Centro Cultural da Cidade – CECIN.

Trata-se de um programa desenvolvido pelo Instituto PNBE, com apoio da Prefeitura de Caieiras e patrocínio da Essencis Soluções Ambientais. O objetivo é promover a coleta de óleo residual de cozinha, de forma a promover a inclusão social, e gerar renda para instituições e pessoas que venham trabalhar na cadeia de coleta.

O Programa Bióleo, tem como proposta viabilizar a adoção do óleo de fritura usado (saturado) como insumo para toda a produção necessária de biodiesel na escala B3.

É um programa baseado na logística reversa, de forma a assegurar que o óleo de fritura usado, coletado pelos diversos projetos sociais sejam transportados e armazenados em volumes compatíveis com as necessidades do Programa Brasileiro de Biodiesel.

O prefeito Hamamoto acredita que muito mais do que contribuir com a preservação ambiental o projeto visa provocar a conscientização da população sobre o tema e ainda possibilita a geração de renda e emprego.


Programa duplamente sustentável

  • Viabiliza a substituição (ainda que parcial) do diesel mineral pelo biodiesel, reduzindo os níveis de poluição decorrentes da queima daquele combustível

  •  Atenua o impacto ambiental do óleo residual que ainda é despejado indiscriminadamente, segundo estudos da Sabesp um litro de óleo de fritura usado contamina 20 mil litros de água.


Fonte: Jornal A Semana

domingo, 23 de agosto de 2009

Equipamento vai transformar óleo de cozinha em combustível em SC


Fonte: G1

Um equipamento cedido pela Prefeitura de Palhoça à sede da Associação dos Maricultores da cidade irá transformar, por dia, mil litros de óleo de cozinha em combustível. De acordo com a prefeitura, a máquina deve chegar ao município ainda neste semestre e a associação fará o trabalho de coleta do óleo de cozinha nas casas da cidade.

O biodiesel produzido pela máquina, comprada da empresa Biotechnos Projetos Autossustentáveis, localizada em Santa Rosa (RS), deverá ser utilizado para abastecer a frota de ônibus da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e o transporte escolar de Palhoça. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o prefeito Ronério Heiderscheidt (PMDB) quer conscientizar a população, a começar pelas escolas da rede pública municipal.

Ainda para estimular a consciência ambiental da população e dar um fim para os aterros sanitários, a Prefeitura de Palhoça pretende instalar uma usina industrial de reciclagem, onde parte de todo o lixo produzido será reaproveitado. A usina deve ser instalada em 12 meses, segundo a prefeitura.

Fazendo sabão de óleo de frituras

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Impacto ambiental provocado pelo óleo de frituras...

Impacto Ambiental é qualquer alteração benéfica ou adversa causada pelas atividades, serviços e/ou produtos de uma atividade natural (vulcões, tsunamis, enchentes, terremotos e outras) ou antrópica (lançamento de efluentes, desmatamentos, etc).

Às vezes, é o resultado da intervenção do ser humano sobre o meio ambiente. Pode ser positivo ou negativo, dependendo da qualidade da intervenção desenvolvida. A ciência e a tecnologia podem, se utilizadas corretamente, contribuir enormemente para que o impacto humano sobre a natureza seja positivo e não negativo.

Pode-se tomar como conhecimento mais específico que o Impacto Ambiental é conseqüência da ação ou atividade, natural ou antrópica, que produz alterações bruscas em todo o meio ambiente ou em parte de alguns de seus componentes. De acordo com o tipo de alteração, pode ser ecológica, social e/ou econômica.

O óleo de cozinha que depois de utilizado e jogado fora pelo ralo provoca danos imensos ao meio ambiente e é uma das matérias-primas nas quais se está se apostando para a produção de biodiesel no país.

Para se ter uma idéia do impacto ambiental causado pelo óleo de fritura, cada litro tem o potencial para poluir até 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de um ser humano por quatorze anos. O Brasil consome anualmente aproximadamente 3 bilhões de litros de óleo de cozinha.



Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Reciclar é preciso...

Atualmente, a reciclagem de resíduos agrícolas e agro-industriais vem ganhando espaço cada vez maior, não simplesmente porque os resíduos representam “matérias primas” de baixo custo, mas, principalmente, porque os efeitos da degradação ambiental decorrente de atividades industriais e urbanas estão atingindo níveis cada vez mais alarmantes. Vários projetos de reciclagem têm sido bem sucedidos no Brasil e dentre eles destacam-se o aproveitamento de papel, plásticos, metais, óleos lubrificantes automotivos e industriais, soro de leite e bagaço de cana.
Mais recentemente, a implantação de Programas de Qualidade Total tem reduzido o impacto poluidor de várias atividades de natureza agroindustrial. No entanto, muitos casos ainda prevalecem sem qualquer proposta de solução definitiva. Por exemplo, em abatedouros de frangos, os animais que chegam mortos e/ou são condenados pela Inspeção Federal representam em média 4-5%. Estes animais são normalmente incinerados ou mesmo enterrados, um destino inconveniente devido a possibilidade de contaminação de lençóis freáticos com resíduos indesejáveis e/ou microorganismos patogênicos. Por outro lado, a incineração é também um processo poluente e de alto custo que vem, gradativamente, entrando em desuso. Assim, de um modo geral, o aproveitamento integrado de resíduos gerados na indústria alimentícia pode evitar o encaminhamento destes a aterros sanitários, permitindo o estabelecimento de novas alternativas empresariais e minimizando o impacto ambiental do acúmulo destes resíduos.
Dentre os materiais que representam riscos de poluição ambiental e, por isso, merecem atenção especial, figuram os óleos vegetais usados em processos de fritura por imersão.



Fonte: Química Nova - PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL ALTERNATIVO AO ÓLEO DIESEL ATRAVÉS DA TRANSESTERIFICAÇÃO DE ÓLEO DE SOJA USADO EM FRITURAS

domingo, 14 de outubro de 2007

Onde jogar o óleo das frituras em casa ?

UTILIDADE PUBLICA! Repassem. Informações de um técnico da SABESP, vamos colaborar.

Mesmo que não façamos muitas frituras, quando o fazemos, jogamos o óleo na pia ou por outro ralo, certo? Este é um dos maiores erros que podemos cometer. Por que fazemos isto, perguntam vocês. Porque infelizmente ninguém nos diz como fazer, ou não nos informamos. Sendo assim, o melhor que tem a fazer é colocar os óleos utilizados numa daquelas garrafas de plástico (por exemplo, as garrafas pet de refrigerantes), fechá-las e colocá-las no lixo normal (ou seja, o orgânico). Todo lixo orgânico que colocamos nos sacos vai para um local onde são abertos e triados. Assim, as nossas garrafinhas são abertas e vazadas no local adequado, em vez de irem juntamente com os esgotos para uma ETE - Estação de Tratamento de Esgoto, e ser necessário dispender milhares de reais a mais para o seu tratamento.

UM LITRO DE ÓLEO CONTAMINA CERCA DE 1 MILHÃO DE LITROS DE ÁGUA o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos. De nada adianta criticar os responsáveis pela poluição da Baía da Guanabara (RJ), rio Paraíba (PB), Bacia do Tiete (SP) etc. Se não fizermos a nossa parte será muito difícil. Obs.: Se vc optar por enviar para seus amigos, o meio ambiente ficara muito grato, afinal é para o bem de todos. Só o homem degrada o meio ambiente. Só o homem pode recuperá-lo.


Fonte: Sabesp

sábado, 6 de outubro de 2007

Óleo de cozinha é matéria-prima contra a poluição


Se reutilizado adequadamente, um dos maiores “vilões” do meio ambiente pode gerar renda e diminuir danos ambientais.
O reaproveitamento do óleo de cozinha pode reduzir danos ao meio ambiente. A produção de sabão e de biodiesel é a melhor forma de reutilizar o óleo usado em frituras e que, geralmente, é jogado no ralo da pia. Projetos em Maringá, Paraná, visam a conscientizar a população sobre os danos causados pelo óleo, quando destinado de forma errada após o uso, e ensinam como produzir sabão a partir dessa matéria-prima. Coordenado por Maria Helena Pereira Biff, o projeto “Sabão Cidadão” trabalha com mulheres de baixa renda e usa o óleo de cozinha como principal elemento na fabricação do sabão. Além de reutilizá-lo de forma adequada, elas têm outros objetivos. Um deles, segundo Maria, é “melhorar a condição de vida das famílias”, pois parte da renda obtida por meio da venda do produto é usada na compra de geladeiras novas. Maria diz ainda que dessa forma há economia de energia, e isso ajuda as famílias a se enquadrarem no programa “Luz Fraterna”, do governo estadual.

A ONG Funverde (Fundação Verde) de Maringá, lança este mês um projeto, ainda sem nome, que tem como objetivo ensinar a população a reciclar o óleo de cozinha. O projeto é dividido em duas etapas: coleta de dados sobre o consumo do óleo e aulas de reutilização da matéria-prima caseira.

Vinte e três bairros vão ser visitados pela ONG. As aulas serão ministradas em parceria com igrejas e associações de bairro. Segundo Ana Domingues, fundadora da ONG, a produção de sabão vai gerar renda para donas-de-casa e benefícios para os que doam o óleo. “Enquanto grandes empresas pagam pela matéria-prima, para quem participa de projetos como este, é de graça. Dois litros de óleo são suficientes para produzir dez barras de sabão, e uma barra fica com quem doou o óleo.”

Segundo a bióloga e diretora técnica da Secretaria do Meio Ambiente de Maringá, Lídia Maria da Fonseca Marostica, a prefeitura não tem projeto próprio, mas apóia as cooperativas e ONGs que trabalham na coleta e reciclagem do óleo de cozinha. Ela explica que uma gota de óleo é capaz de contaminar mil litros de água e um litro de óleo, se jogado na terra, pode poluir até 1 km.

Ana Domingues diz que é importante a pessoas acordarem e verem que é preciso fazer algo para mudar. “Não adianta esperar ações do governo. Temos de agir.” Ela diz ainda que algumas cidades brasileiras já estão trabalhando com o óleo de cozinha para produção de biodiesel e que, em Maringá, duas empresas darão início ao mesmo processo.

Mesmo sem participar de projetos ambientais, algumas donas-de-casa têm consciência sobre a forma correta para destinação final do óleo. Maria Socorro dos Santos, auxiliar de enfermagem, coloca o óleo em garrafas PET e doa para a vizinha que fabrica sabão. “Antes eu jogava nas plantas. Achava que fazia bem para elas. De tanto as minhas filhas falarem que era errado, eu mudei.”

Depois do uso, o destino do óleo geralmente é o ralo da pia.


Fonte: Jornal Matéria Prima

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

O que ocorre no óleo vegetal após as frituras...

Um processo químico denominado rancificação de óleos e gorduras




A rancificação pode ocorrer por dois processos: hidrólise (quebra da molécula pela água) e reação com oxigênio do ar. Estas reações em geral conferem ao alimento um gosto ruim e um cheiro desagradável. Na manteiga por exemplo, a presença de ácido butanóico (ou butírico), dá o gosto ruim de manteiga rancificada. O processo de oxidação ocorre na posição alílica, ou seja, no carbono vizinho da dupla ligação). Uma vez formados os radicais livres, eles se propagam rapidamente aumentando o consumo de oxigênio, e começam a ser perceptíveis as alterações organolépticas. Nessa fase há um aumento da concentração dos hidroperóxidos de tal forma que a sua decomposição produz quantidades perceptíveis de seus produtos de decomposição que é acelerada pela presença de ácidos graxos livres que fornecem prótons aos hidroperóxidos propiciando sua rápida decomposição. A reação é catalisada por íons metálicos. No final desta fase ocorre a formação de unidades menores de álcoois, aldeído, cetonas, etc, que conferem o gosto ruim e cheiro aos óleos rancificados, por exemplo, o azeite de oliva por conter bastante insaturações facilmente se oxida.
O processo de oxidação que se dá na posição alílica, pode também ocorrer em fosfolipídeos, que são os lipídeos componentes das membranas celulares. Se o processo de oxidação for intenso, causado por estresse ou outros fatores, pode levar à doenças. A vitamina E, hoje está sendo muito utilizada para minimizar estas oxidações protegendo a membrana celular.


Fonte: http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/docs/apostila_lipideos_marina.doc

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma...


Óleo vegetal usado antes e após o processo químico de remoção das impurezas

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Rede mundial de lanchonetes usa biodiesel do óleo de frituras na Inglaterra

A rede de lanchonetes McDonald's anunciou, dia 2 de julho, que vai converter todos os seus veículos de entrega na Grã-Bretanha para que passem a usar um biodiesel feito com óleo de cozinha reciclado. A conversão dos 155 caminhões da frota estaria completa até o próximo ano. Ao usar o combustível alternativo feito com uma mistura de óleo de cozinha aproveitado de 900 restaurantes da rede e óleo de semente de canola, a empresa disse que estará reduzindo suas emissões de carbono em cerca de 1.650 toneladas por ano.

"Isto seria o equivalente a retirar 2.424 carros da estrada anualmente", afirmou em nota o McDonald's. Inicialmente, a mistura conterá 85% de óleo de cozinha usado nas lanchonetes e 15% de óleo de canola puro. A empresa disse que pretende continuar a trabalhar com os fornecedores para reduzir a quantidade de óleo de canola usado na fabricação do combustível.


Meio ambiente

Há tempos a rede vem sendo alvo de críticas pelo impacto que provoca no meio ambiente. Seu vice-presidente, Matthew Howe, disse que a empresa está "feliz" em poder achar uma "utilidade prática e eficiente", dentro do próprio negócio, para seu grande estoque de óleo de cozinha. "Este é um grande exemplo de como as empresas podem trabalhar juntas para ajudar o meio ambiente", disse Howe.

A rede anunciou que está trabalhando em uma série de outras iniciativas envolvendo reciclagem e embalagens para reduzir suas emissões de carbono. O anúncio feito nesta segunda-feira foi precedido de um esquema piloto que teve início no ano passado. Para os demais países do mundo, entre eles os EUA - sede da empresa - e Brasil, onde também está em operação a cadeia de lanchonetes, ainda não há um prazo previsto para a adoção destas medidas.


As informações são do Correio do Brasil

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Projeto inicia coleta de óleo de fritura usado

Estamos coletando óleo de fritura usado para realização do nosso projeto. Em troca fornecemos produtos de limpeza ecológicos, sendo 2L para cada 8L de óleo.

Os interessados em participar devem entrar em contato conosco:

E-mail: quimicaambiente@gmail.com
Fone: (19) 30334818

domingo, 8 de julho de 2007

Processo de fritura dos alimentos

O que acontece no processo de fritura dos alimentos?

A fritura é uma operação de preparação rápida e confere aos alimentos fritos características únicas de saciedade, aroma, sabor e palatabilidade.


No processo de fritura, o alimento é submerso em óleo quente na presença de ar, e assim, é exposto à oxidação interagindo com uma série de agentes que (ar, água, alta temperatura e componentes dos alimentos que estão sendo fritos) causam degradações em sua estrutura, especialmente quando utilizado por um longo período, gerando compostos responsáveis por odor e sabor desagradáveis, incluindo substâncias que podem causar riscos à saúde do consumidor, tais como irritação do trato gastrointestinal, diarréia, dentre outros.

A água proveniente do próprio alimento, conduz alterações hidrolíticas, o oxigênio que entra em contato com o óleo a partir de sua superfície, desencadeia alterações oxidativas e a temperatura em que o processo ocorre, resulta em alterações térmicas que se enquadram também nas alterações oxidativas.

No processo de fritura contínua, utilizado pelas indústrias, ocorre a hidrólise, que é responsável pela formação de ácidos graxos livres. Já no processo de fritura descontínua, empregada por lanchonetes, restaurantes, pastelarias e no uso caseiro, dentre outros, ocorrem as reações de oxidação, hidrólise e polimerização. As substâncias advindas destas três reações são chamadas de compostos polares totais.

À medida que o óleo alcança o estágio de degradação, as reações de oxidação estão avançadas e há produção de moléculas complexas e compostos voláteis que liberam aroma desagradável. Neste ponto, a fritura produz muita fumaça e consequentemente o alimento tem sua vida de prateleira diminuída, aroma, sabor e aspecto desagradáveis, excesso de óleo absorvido e o centro do alimento, as vezes, não totalmente cozido.


Como reaproveitar corretamente o óleo de frituras?

1. Temperatura máxima para fritura: 180ºC (a temperatura deve ser controlada através de termostato já presente nas fritadeiras de ordem industrial). No caso das fritadeiras de uso doméstico (frigideiras, panelas e tachos) que não possuem termostato para controle, não se deve permitir a elevação da temperatura a ponto de produzir fumaça. Temperaturas excessivamente altas degradam o óleo rapidamente.

2. Dê preferência em fritar por longos períodos, ao invés de utilizar a fritadeira/frigideira/tacho por vários períodos curtos.

3. Caso a fritadeira/frigideira/tacho não esteja sendo utilizada, mas existe a necessidade de mantê-la ligada para um uso iminente, a mesma deve estar parcialmente tampada, assim se evita o contato do óleo quente com o oxigênio, pois o óleo muito quente absorve oxigênio em maior quantidade promovendo sua oxidação.

4. Evite completar o óleo em uso presente na fritadeira/frigideira/tacho com óleo novo. É preferível descartar a sobra de um óleo já utilizado, pois ao completá-lo a degradação do óleo adicionado será muito mais rápida.

5. Em intervalos de uso, o óleo deve ser armazenado em recipientes tampados e protegidos da luz, para evitar o contato com os principais catalisadores de oxidação, oxigênio e luz. Se o intervalo entre usos for longo, além de tampado, o óleo deve ser armazenado em geladeira, para se aumentar a vida de prateleira.

6. O óleo deve ser filtrado a cada término de uso. Durante a fritura dos alimentos, especialmente dos empanados, que tendem a liberar partículas de sua superfície, retire os resíduos visíveis no óleo com o auxílio de utensílio apropriado.

7. O óleo deve ser descartado quando se observar formação de espuma e fumaça durante a fritura, escurecimento intenso da coloração do óleo e do alimento e percepção de odor e sabor não característicos. Cabe lembrar que o aspecto da fumaça é diferente do vapor naturalmente liberado.

8. As fritadeiras/frigideiras/tachos devem possuir os cantos arredondados, ou seja, não apresentar cantos mortos que propiciem o acúmulo de resíduos, pois o óleo polimerizado e depositado nas paredes tende a catalisar certas reações de degradação do óleo.

9. As fritadeiras/frigideiras/tachos devem ser de material resistente e quimicamente inertes, ou seja, que não contaminem os alimentos ou facilitem a oxidação do óleo com a presença de cobre ou ferro. As mesmas devem ser descartadas quando consideradas danificadas (riscadas, amassadas, descascadas).

10. O óleo não deve ser descartado na rede pública de esgoto, as donas de casa podem acondicioná-lo em sacos plásticos ou recipientes e juntá-lo ao lixo orgânico. Já para os comerciantes e fast-foods, por descartarem uma quantidade significativa, sugere-se entrar em contato com empresas, órgãos ou entidades licenciados pelo órgão competente da área ambiental.


Fonte: Anvisa

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Produtos de limpeza ecológicos

Uma boa forma de aproveitar o óleo de frituras é fazendo produtos de limpeza ecológicos, eficientes e de baixo custo.

SABÃO LÍQUIDO PARA LOUÇA

  • 2 litros de água
  • 1 sabão caseiro ralado (veja como fazer aqui no site)
  • 1 colher de óleo de Rícino
  • 1 colher de Açúcar

Ferver todos os ingredientes até dissolver e engarrafar.

DETERGENTE ECOLÓGICO

  • 1 pedaço de sabão de coco neutro
  • 2 limões
  • 4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável)

Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida, esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem.Guarde o produto resultante em garrafas e utilize-o no lugar dos similares comerciais. Você obterá seis litros de um detergente que limpa, não polui, cujo valor econômico é incomparavelmente menor do que o do similar industrializado.

DETERGENTE ECOLÓGICO MULTIUSO

  • Água
  • Vinagre
  • Amônia líquida (amoníaco)
  • Bicarbonato de sódio e ácido bórico

Em um litro de água morna (cerca de 45º C), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico. o Utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição aos multiusos convencionais. o Como qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e animais domésticos.


Fonte: Planeta na Web

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Organização não-governamental quer projeto de coleta de resíduo em Piracicaba

ELIANA TEIXEIRA

A energia verde é um dos principais temas na pauta mundial de discussões sobre qualidade de vida, recuperação do meio ambiente ou, pelo menos, de tentativas de diminuição da poluição e dos efeitos do aquecimento global. O óleo de cozinha, aquele utilizado para fritura dos alimentos e geralmente descartado pelos consumidores residenciais e industriais, pode ser reaproveitado como biocombustível.

Segundo Marcos Marcelo de Moraes e Matos, presidente da ONG Academia de Gestão Pública (Agespub), uma família com quatro pessoas consome em média um litro de óleo por semana. O consumo em um restaurante de médio porte gira em torno de 10 litros/dia. "Há uma usina em Piracicaba que pode produzir o biocombustível, a partir do momento em que houver entidades que coletem o óleo", enfatiza.

Embora ainda não haja logística para a coleta do óleo, Matos diz que a usina de Piracicaba tem capacidade para produzir 400 litros de biocombustível por dia. O objetivo do projeto, em fase embrionária, é que o óleo resultante de frituras residencial e industrial seja doado a entidades filantrópicas, para que possam vendê-lo à usina produtora de biocombustível, aumentando suas fontes de recursos financeiros. "Essa usina iria produzir o biocombustível de acordo com as normas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)", enfatiza.

Na produção de biocombustível, explica o presidente da Agespub, 10% do óleo são descartados e 10% resultam em glicerina, utilizada na fabricação de sabonetes. "Mesmo com as perdas, temos 80% em biocombustível", destaca. A intenção da ONG é promover até a segunda quinzena deste mês palestras com entidades civis e filantrópicas para demonstração da importância da coleta do óleo de cozinha e dar início ao projeto.

A Agespub foi fundada em 2006 e tem entre suas metas de trabalho, a fomentação de práticas alternativas para a redução da emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera. O objetivo da ONG é colocar em prática, ainda neste ano, o projeto de transformação do óleo de cozinha em biocombustível. A ONG, destacam Wlamir do Amaral, secretário executivo da Agespub, e Sérgio Camarda, secretário geral, procura incentivar boas ações e divulgar práticas positivas realizadas nas administrações públicas de cidades integrantes da Bacia do Rio Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), promovendo seminários, cursos e capacitação.

Para prestar esse tipo de serviço, a Agespub firmou convênios com a Universidade Metodista de Piracicaba e conta com o apoio de professores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz e Escola de Engenharia de Piracicaba. A idéia da usina partiu da observação da realidade do município de Indaiatuba, pertencente à Bacia PCJ. "Em Indaiatuba, a usina utiliza tecnologia da Unicamp", afirmam.

A produção da usina, observam, chega a um mil litros por hora de biocombustível a partir de óleo de cozinha, que iria para o esgoto, caso não houvesse o projeto de aproveitamento. A usina de Indaiatuba é municipal e a prefeitura faz a coleta do óleo em estabelecimentos comerciais.

Toda a produção de biocombustível é utilizada no abastecimento da frota do Serviço de Água e Esgoto de Indaiatuba. "Queremos incentivar outros gestores públicos integrantes da Bacia PCJ a implantar em seus municípios usinas que fabriquem biodiesel a partir do óleo de cozinha", ressaltam. A Agespub caracteriza-se pela promoção de intercâmbio, troca de experiências bem sucedidas de uma cidade para outra, principalmente, no que se refere a projetos ambientais que visem a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP), melhora da qualidade e quantidade da água da Bacia, que possui cerca de 60 municípios.

Além do projeto de aproveitamento de óleo de fritura, a ONG pretende incentivar os municípios da Bacia a desenvolver projetos de recuperação de aterros sanitários. A queima do biogás que é formado por grande parte de metano, afirmam os diretores da ONG, também emite CO2 à atmosfera. "Para evitar esse problema ambiental, é necessário a colocação correta de queimadores com filtros, preparação do solo com encanamentos específicos. O biogás pode ser aproveitado como fonte de recurso", enfatizam.

Mais informações, pelos e-mails: marcosmarcelo@agespub.com.br; contato@agespub.com.br; camarda@agespub.com.br.


Fonte: Caderno Cidades - Gazeta de Piracicaba

segunda-feira, 25 de junho de 2007

O consumo de frituras

Sabe-se que o óleo quente, em ebulição, altera as características químicas e orgânicas no alimento que é mergulhado nele. Na dieta moderna, a concentração calórica de alimentos encharcados em óleo tiram o lugar das hortaliças, frutas e cereais in natura. Enquanto o óleo borbulha na frigideira, ele sofre mudanças químicas que o transformam em bomba dietética.

Os triglicerídios, importantes constituintes de óleos e gorduras, são desmembrados pelo calor em glicerol e ácidos graxos. O glicerol continua sofrendo a ação do calor, provocando a desidratação da molécula. Este processo de perda de água forma uma substância chamada acroleína, que é potencialmente cancerígena. A acroleína destrói as fibras elásticas, e irrita as mucosas gastrintestinal e nasal.

Entre as maiores vítimas da acroleína, estão as artérias. As fibras elásticas, que conferem firmeza, elasticidade e higidez à parede arterial, são destruídas sistematicamente.

O resultado é a degeneração e envelhecimento precoce. Esta questão deveria merecer toda a atenção das pessoas, pois as artérias são o conduto da vida. Elas atuam como segundo coração, impulsionam o sangue por meio da elasticidade que as caracteriza. Porém, a destruição das fibras elásticas diminui, pouco a pouco, esta capacidade.

Quando o funcionamento delas é comprometido, todo o organismo sofre as conseqüências. O fornecimento inadequado de sangue favorece a degeneração orgânica, diminui a vitalidade e reduz o tempo de vida.

Além de danificar as artérias, a acroleína acelera o enrugamento e envelhecimento da pele. Não há dúvida de que, sem fritura, a vida é mais agradável. Pessoas que aspiram conservar a pele jovem por mais tempo devem recusar frituras. O óleo reutilizado, que é aquecido sucessivamente, tem efeito mais danoso sobre o organismo. A formação de acroleína e a decomposição da gordura ocorrem de forma mais acentuada.

Está comprovado que o consumo de gordura, carne vermelha e laticínios tem relação direta com a incidência de câncer de próstata, intestino e mama. Nos Estados Unidos, país conhecido como a "terra da gordura", a cada quatorze minutos o câncer de próstata faz uma vítima. A concentração de gordura dos alimentos acelera o aparecimento de tumores.

Carnes vermelhas, leites e derivados ativam a produção do hormônio testosterona que, em excesso, intensifica o desenvolvimento das células prostáticas, aumentando consideravelmente o risco de câncer.

Entre as mulheres, de cada dez diagnósticos de câncer de mama, nove ocorrem em pessoas com hábitos insalubres. Dieta rica em gordura, excesso de peso e vida sedentária são apontados como as principais causas de enfermidades hormonais femininas.


Fonte: Portal Brasil

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Reciclagem do Óleo de Frituras será tema de evento em Foz do Iguaçu


FOZ DO IGUAÇU - A Mercofrig, indústria localizada em Santa Terezinha de Itaipu, com forte atuação no mercado paranaense no segmento de subprodutos de origem animal, através do PROCOF – Programa de Coleta de Óleo de Frituras para efeitos de reciclagem e proteção do meio ambiente, promove no próximo dia 28, na Praça do Mitre, em Foz do Iguaçu, o “1º Pastelaço”.

Realizado em parceria com o Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e do IAP, o “Pastelaço” é uma ação educacional relativa a destinação final de óleo vegetal usado.

Cerca de 2000 alunos de escolas da rede pública estadual, municipal e particular acompanharão durante todo o dia o processo de uso do óleo de fritura, até a destinação final, com a reciclagem que transforma o óleo em sabão. Os estudantes também percorrerão o trajeto que mostra o efeito do óleo sobre a água dos rios, flora e sob o solo quando destinado de forma irregular.

Eles receberão material didático produzido pela SEMA, que explica desde a origem do óleo vegetal, até as possíveis formas de reciclagem. O material traz também informações sobre o biodiesel, composição e utilidades do óleo, legislação de resíduos sólidos no Brasil, efeito estufa e o ciclo do óleo e a troca por sabão.A ação é parte integrante do Programa “Desperdício Zero”, da SEMA.

O “1º Pastelaço” conta com o apoio também da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu , Prefeitura Municipal de Santa Terezinha de Itaipu, Sanepar, 10 Pastéis, Faculdade UDC, Super Muffato e Hotel Tropical das Cataratas,

O Circuito - Por meio de um circuito que será montado na Praça do Mitre, os visitantes caminharão por diversos stands para ouvir as explicações de 15 monitores. Logo na entrada, um aquário mostrará que o óleo vegetal jogado na água forma uma camada impermeabilizante na superfície, o que impede a passagem de ar e luz e, assim, mata qualquer espécie aquática. Além disso, o óleo acumulado forma uma crosta escura nos canos de esgoto, entupindo-os com o tempo. Depois de utilizado, o óleo deve ser armazenado dentro de garrafas de refrigerante ou em grandes tonéis, no caso dos restaurantes. Depois, pode ser encaminhado para o lixo que não é lixo ou então para empresas privadas especializadas em reciclagem, trabalho desenvolvido em nossa região pela Mercofrig. Nesses locais, o produto receberá tratamento adequado para ser transformado em óleo para motosserra, para asfalto, em desmoldante, fertilizante, adubo, sabão, entre outros. A produção de sabão a partir do óleo de cozinha também pode ser feita em casa. No percurso do Pastelaço, os participantes receberão sacolas oxibiodegradáveis – que se decompõem com mais facilidade -, e cartilhas informativas.

A Mercofrig - A Mercofrig é uma indústria que atua no segmento da cadeia produtiva de produtos de origem animal, produzindo farinha de carne e sebo bovino. Atuando desde 1997 no ramo, com instalações próprias, amplas e com padrão de higiene e qualidade. A empresa é regulamentada pelo Ministério da Agricultura por meio do Serviço de Inspeção Federal sob nº PR-08964.

A empresa já atuou na exportação de sebo bovino, atualmente os produtos são vendidos no mercado interno, a Farinha de Carne é consumida por fábricas de rações no estado do Paraná. O sebo Bovino é enviado às empresas do norte do estado, que beneficiam e revendem a outros estados brasileiros.

Situada em Santa Terezinha de Itaipu a cerca de 20 km do centro de Foz do Iguaçu na Região Trinacional, a Mercofrig coleta os subprodutos de origem animal e vegetal praticamente em toda a região oeste do Paraná. Atualmente a Mercofrig é a única empresa licenciada para fazer a coleta de óleo de fritura visando a reutilização ou reciclagem em toda essa região.


Fonte: Agência Brasileira de Notícias

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Classificações do óleo de soja


Entende-se por óleo de soja, o produto obtido por prensagem mecânica e/ou extração por solvente, dos grãos de soja (Gluycine max. L Merril), isento de misturas de outros óleos, gorduras ou outras matérias estranhas ao produto, e que tenha as seguintes características de identidade e composição em ácidos graxos.

O óleo de soja, segundo o seu grau de elaboração, é classificado em 3 classes:


  • Bruto ou Cru: É o óleo tal qual foi extraído do grão.

  • Degomado ou Purificado: É o óleo que após sua extração, teve extraídos os fosfolipídeos.

  • Refinado: É o óleo que após sua extração e degomagem, foi neutralizado, clarificado e desodorizado.

Fonte: Engetecno Online

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Quantas vezes pode-se usar o óleo para frituras?

Sabe-se que o óleo de frituras, além de poluir o meio ambiente quando descartado incorretamente, também prejudica a nossa saúde se usado muitas vezes, pois libera toxinas. Abaixo seguem algumas dicas de como utilizá-lo de maneira adequada.



Regras para uma boa fritura:

1. Utilizar apenas óleos e outras gorduras que resistam bem a altas temperaturas, sem se degradarem. Exemplos disso são os óleos ricos em gorduras monoinsaturadas e saturadas: azeite, óleo de amendoim e banha. Os óleos ricos em gorduras poliinsaturadas (óleo de milho, girassol, soja, etc.) são contra indicados para fritar, já que não suportam altas temperaturas, degradando-se rapidamente.

2. O volume de gordura utilizado deve ser pelo menos três vezes o do alimento.

3. Aquecer bem o óleo a 160º-180ºC, e introduzir o alimento apenas quando o óleo estiver na temperatura certa (caso contrário, ao introduzir o alimento num óleo pouco quente, a temperatura vai baixar e não se forma a crosta à superfície do alimento; desta forma vai obter um alimento praticamente “cozido” em gordura e muito mais calórico, pois ocorre grande absorção de gordura para o interior).

4. Para não ultrapassar a temperatura certa (180ºC, no máximo 200ºC), preferir uma frigideira equipada com um bom termostato. Caso não seja possível, considere que o óleo começa a estar na temperatura certa, quando se formam “bolhinhas” e aparece uma ondulação crescente.

5. Não utilizar um óleo que, depois de quente, comece a libertar cheiro intenso e fumaça escura.

6. Sempre que possível, secar bem o alimento antes de o introduzir no óleo quente, para evitar que a água à superfície deste, faça baixar muito a temperatura do óleo.

7. Colocar pouca quantidade de alimento de cada vez, mais uma vez, para não diminuir a temperatura ótima do óleo.

8. Quando retirar o alimento, deixar escorrer bem o óleo na escumadeira e colocá-lo sobre papel de cozinha absorvente (ou simples guardanapos de papel), para eliminar maior quantidade de gordura.

9. Depois de arrefecer, filtrar cuidadosamente o óleo utilizado, para serem removidos resíduos sólidos formados.

10. Conservar a gordura filtrada num recipiente fechado e opaco à luz (ou afastado desta), para evitar a sua oxidação.

11. Renovar completamente a gordura depois de esta se apresentar escura, não a utilizando mais do que 8-10 vezes (este número depende da quantidade e tipo de produto frito, e pode ser muito inferior ao indicado).

12. Nunca juntar nova gordura à outra que já foi aquecida.

Fonte:
Nut. Florbela Mendes
Lisboa - Portugal
Site: http://www.florbelamendes.net/